Uso de máscaras aconselhado à população

258

A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou esta segunda-feira que numa fase posterior à de atual confinação, a população em geral deve começar a usar máscaras sociais, feitas de algodão ou de outro material têxtil, como forma de impedir a propagação da doença.

A ideia desta medida é também evitar que as máscaras cirúrgicas faltem aos grupos que delas mais precisam: profissionais de saúde e pessoas doentes. O Governo diz estar a seguir aquelas que são as últimas normas europeias.

Marta Temido precisou que num momento futuro, “que não é o que estamos hoje, de restrição de actividades essenciais”, em que as pessoas possam estar em espaços fechados, “poderá ser considerada a utilização da dita máscara social”. Isso deverá acontecer quando se deslocarem a espaços fechados, em que há uma grande concentração de pessoas como os supermercados ou as farmácias.

“A utilização de máscaras cirúrgicas é prioritária aqueles a quem já se destinavam. Adicionalmente, num contexto de confinamento a espaços fechados onde estejam várias pessoas, poderá ser considerada a utilização da máscara social, comunitária e não cirúrgica”, sublinhou.

LUSA/WD